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Archive for agosto \19\UTC 2011

Breve história de um preto velho

Noite na senzala. Os escravos amontoam-se pelo chão arranjando-se como podem. Engrácia entra correndo e vai direto até onde Amundê está e o sacode:
– A sinhazinha está chamando, é urgente!
O Escravo é conhecido pelas mezinhas e rezas que aplica a todos seus irmãos e o motivo do chamado é justamente esse. O filho de Sinhá Tereza está muito doente. É apenas uma criança de cinco anos e arde em febre há dois dias sem que os médicos chamados na corte consigam faze-la baixar. Sem ter mais a quem recorrer, no desespero próprio das mães, resolveu seguir o conselho de sua escrava de dentro e chamar o africano. Aproveitando a ida de seu marido à cidade, ele jamais concordaria, manda que venha. Sabendo do que se tratava o homem foi preparado. Levou algumas ervas e um grande vidro com uma garrafada feita por ele e cujos ingredientes não revelava nem sob tortura. Em poucos minutos adentram o quarto do menino e Amundê percebe que precisa agir com presteza. Manda que Engrácia busque água quente para jogar sobe as ervas que trouxe enquanto serve uma boa colherada do remédio ao garoto. Dentro de uma bacia coloca a água pedida e vai colocando as folhagens uma a uma enquanto reza em seu dialeto. Ordena que desnudem a criança e carinhosamente a coloca dentro da bacia passando-lhe as ervas no pequeno corpo. Nesse instante a porta se abre e surge o Sinhô Aurélio acompanhado do padre da cidade. Tereza grita e corre até o marido desculpando- se. O padre dirige-se a ela com ferocidade:
– Como entrega seu filho a um feiticeiro? – dirigindo-se ao marido – Diga adeus ao menino, após passar por essa sessão de bruxaria ele morrerá sem dúvida!
Tereza corre até o filho e o cobre com um cobertor enquanto o marido ordena que o escravo seja levado imediatamente ao tronco onde o capataz aplicará o castigo merecido.
– Engrácia, acorde todos os negros para que vejam o fim que darei ao assassino de meu filho! Todos reunidos no grande terreiro ouvem a ordem dada ao capataz:
– Chibata até a morte! E vocês – aponta todos os escravos – saibam que darei o mesmo fim a todos que ousarem chegar perto de minha família novamente.
As chibatadas são dadas sem piedade, Amundê deixa escapar urros de dor entremeados com rezas o que somente aguça a maldade do capataz. Lágrimas copiosas correm pelas faces de muitos escravos. Após duas horas de intensa agonia o negro entrega sua alma e seu corpo retesa-se no arroubo final, finalmente descansará. O silêncio do momento é cortado por um grito vindo da principal janela da casa grande:
– Aurélio, pelo amor de Deus – é Tereza com o filho nos braços – o menino está curado, a febre cedeu e ele está brincando! Assim morreu Amundê conhecido em nossos terreiros como o velho Pai Francisco de Luanda.

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OS CIGANOS E A UMBANDA DIVINA

Os ciganos e a espiritualidade

CIGANOS NA UMBANDA

“Eu vi um formoso Cigano Sentado na beira do Rio Com seus cabelos negros E os olhos cor de anil Quando eu me aproximava o cigano me chamou Com seus dados nas mãos O cigano me falou Seus caminhos estão abertos Na saúde, na paz e amor, Foi se despedindo e me abençoou Eu não sou daqui, mas vou levar saudades, Eu sou o Cigano Pablo, lá das Três Trindades.”

Esta linha de trabalhos espirituais já é muito antiga dentro da Umbanda, e “carregam as falanges ciganas juntamente com as falanges orientais uma importância muito elevada, sendo cultuadas por todo um seguimento espírita e que se explica por suas próprias razões, elegendo a prioridade de trabalho dentro da ordem natural das coisas em suas próprias tendências e especialidades.

Assim, numerosas correntes ciganas estão a serviço do mundo imaterial e carregam como seus sustentadores e dirigentes aqueles espíritos mais evoluídos e antigos dentro da ordem de aprendizado, confundindo-se muitas vezes pela repetição dos nomes comuns apresentados para melhor reconhecimento, preservando os costumes como forma de trabalho e respeito, facilitando a possibilidade de ampliar suas correntes com seus companheiros desencarnados e que buscam no universo astral seu paradeiro, como ocorre com todas as outras correntes do espaço.

O povo cigano designado ao encarne na Terra, através dos tempos e de todo o trabalho desenvolvido até então, conseguiu conquistar um lugar de razoável importância dentro deste contexto espiritual, tendo muitos deles alçado a graça de seguirem para outros espaços de maior evolução espiritual, juntamente com outros grupos de espíritos, também de longa data de reencarnações repetidas na Terra e de grande contribuição, caridade e aprendizado no plano imaterial.

A argumentação de que espíritos ciganos não deveriam falar por não ciganos ou por médiuns não ciganos e que se assim o fizessem deveriam faze-lo no idioma próprio de seu povo, é totalmente descabida e está em desarranjo total com os ensinamentos da espiritualidade sua doutrina evangélica, até as impossíveis limitações que se pretende implantar com essa afirmação na evolução do espírito humano e na lei de causa e efeito, pretendendo alterar a obra divina do Criador e da justiça divina como se possível fosse, pretendendo questionar os desígnios da criação e carregar para o universo espiritual nossas diminutas limitações e desinformação, fato que nos levaria a inviabilização doutrinária.

Bem como a eleger nossa estada na Terra como mera passagem e de grande prepotência discriminatória, destituindo lamentavelmente de legitimidade as obras divinas.

Outrossim, mantêm-se as falanges ciganas, tanto quanto todas as outras, organizadas dentro dos quadros ocidentais e dos mistérios que não nos é possível relatar. Obras existem, que dão conta de suas atuações dentro de seu plano de trabalho, chegando mesmo a divulgar passagens de suas encarnações terrenas.

Agem no plano da saúde, do amor e do conhecimento, suportam princípios magísticos e tem um tratamento todo especial e diferenciado de outras correntes e falanges.

Ao contrário do que se pensa os espíritos ciganos reinam em suas correntes preferencialmente dentro do plano da luz e positivo, não trabalhando a serviço do mau e trazendo uma contribuição inesgotável aos homens e aos seus pares, claro que dentro do critério de merecimento, tanto quanto qualquer outro espírito teremos aqueles que não agem dentro desse contexto e se encontram espalhados pela escuridão e a seus serviços, por não serem diferentes de nenhum outro espírito humano.

Trabalham preferencialmente na vibração da direita e aqueles que trabalham na vibração da esquerda, não são os mesmo espíritos de ex ciganos, que mantêm-se na direita, como não poderia deixar de ser, e, ostentam a condição de Guardiões e Guardiãs.

O que existe são os Exus Ciganos e as Moças Ciganas, que são verdadeiros Guardiões à serviço da luz nas trevas, como todo Guardião e Guardiã dentro de seus reinos de atuação, cada um com seu próprio nome de identificação dentro do nome de força coletivo, trabalhando na atuação do plano negativo à serviço da justiça divina, com suas falanges e trabalhadores, levando seus nomes de mistérios coletivos e individuais de identificação, assunto este que levaria uma obra inteira para se abordar e não se esgotaria.

Contudo, encontramos no plano positivo falanges diversas chefiadas por ciganos diversos em planos de atuação diversos, porém, o tratamento religioso não se difere muito e se mantêm dentro de algumas características gerais.

Imenso é o número de espíritos ciganos que alcançaram lugar de destaque no plano espiritual e são responsáveis pela regência e atuação em mistérios do plano de luz e seus serviços, carregando a mística de seu povo como característica e identificação.

Dentro os mais conhecidos, podemos citar os ciganos Pablo, Wlademir, Ramirez, Juan, Pedrovick, Artemio, Hiago, Igor, Vitor e tantos outros, da mesma forma as ciganas, como Esmeralda, Carme, Salomé, Carmensita, Rosita, Madalena, Yasmin, Maria Dolores, Zaira, Sunakana, Sulamita, Wlavira, Iiarin, Sarita e muitas outras também.

É imprescindível que se afirme que na ordem elencada dos nomes não existe hierarquia, apenas lembrança e critério de notoriedade, sem contudo, contrariar a notoriedade de todos os outros ciganos e ciganas, que são muitos e com o mesmo valor e importância.

Por sua própria razão diferenciada, também diferenciado como dissemos é a forma de cultuá-los, sem pretender em tempo algum estabelecer regras ou esgotar o assunto, o que jamais foi nossa pretensão, mesmo porque não possuímos conhecimento de para tanto. A razão é que a respeito sofremos de uma carência muito grande de informação sobre o assunto e a intenção é dividir o que conseguimos aprender a respeito deste seguimento e tratamento.

Somos sabedores que muitas outras forças também existem e o que passamos neste trabalho são maneiras simples a respeito, sem entrar em fundamentos mais aprofundados, o que é bom deixar induvidosamente claro.

É importante que se esclareça, que a vinculação vibratória é de axé dos espíritos ciganos, tem relação estreita com as cores estilizadas no culto e também com os incensos, pratica muito utilizada entre ciganos.

Os ciganos usam muitas cores em seus trabalhos, mas cada cigano tem sua cor de vibração no plano espiritual e uma outra cor de identificação é utilizada para velas em seu louvor. Uma das cores, a de vinculação raramente se torna conhecida, mas a de trabalho deve sempre ser conhecida para prática votiva das velas, roupas, etc. Os incensos são sempre utilizados em seus trabalhos e de acordo com o que se pretende fazer ou alcançar.

Para o cigano de trabalho se possível deve-se manter um altar separado do altar geral, o que não quer dizer que não se possa cultua-lo no altar normal.

Devendo esse altar manter sua imagem, o incenso apropriado, uma taça com água e outra com vinho, mantendo a pedra da cor de preferencia do cigano em um suporte de alumínio, fazendo oferendas periódicas para ciganos, mantendo-o iluminado sempre com vela branca e outra da cor referenciada. Da mesma forma quando se tratar de ciganas, apenas alterando a bebida para licor doce.

E sempre que possível derramar algumas gotas de azeite doce na pedra, deixando por três dias e depois limpá-la.

Os espíritos ciganos gostam muito de festas e todas elas devem acontecer com bastante fruta, todas que não levem espinhos de qualquer espécie, podendo se encher jarras de vinho tinto com um pouco de mel.

Podendo ainda fatiar pães do tipo broa, passando em um de seus lados molho de tomate com algumas pitadas de sal e leva-los ao forno, por alguns minutos, muitas flores silvestres, rosas, velas de todas as cores e se possível incenso de lótus.

As saias das ciganas são sempre muito coloridas e o baralho, o espelho, o punhal, os dados, os cristais, a dança e a música, moedas, medalhas, são sempre instrumentos magísticos de trabalho dos ciganos em geral.

Os ciganos trabalham com seus encantamentos e magias e os fazem por força de seus próprios mistérios, olhando por dentro das pessoas e dos seus olhos. Uma das lendas ciganas, diz que existia um povo que vivia nas profundezas da terra, com a obrigação de estar na escuridão, sem conhecer a liberdade e a beleza.

Um dia alguém resolveu sair e ousou subir às alturas e descobriu o mundo da luz e suas belezas. Feliz, festejou, mas ao mesmo tempo ficou atormentado e preocupado em dar conta de sua lealdade para com seu povo, retornou à escuridão e contou o que aconteceu.

Foi então reprovado e orientado que lá era o lugar do seu povo e dele também. Contudo, aquele fato gerou um inconformismo em todos eles e acreditando merecerem a luz e viver bem, foram aos pés de Deus e pediram a subida ao mundo dos livres, da beleza e da natureza.

Deus então, preocupado em atende-los, concedeu e concordou com o pedido, determinando então, que poderiam subir à luz e viver com toda liberdade, mas não possuiriam terra e nem poder e em troca concedia-lhes o Dom da adivinhação, para que pudessem ver o futuro das pessoas e aconselha-las para o bem.

É muito comum usar-se em trabalhos ciganos moedas antigas, fitas de todas as cores, folha de sândalo, punhal, raiz de violeta, cristal, lenços coloridos, folha de tabaco, tacho de cobre, de alumínio, cestas de vime, pedras coloridas, areia de rio, vinho, perfumes e escolher datas certas em dias especiais sob a regência das diversas fases da Lua…”

Trecho extraído do livro “Rituais e Mistérios do povo Cigano” de Nelson Pires Filho Ed.Madras

Web site: http://www.feguardioesdaluz.com.br
Autor: Nelson Pires Filho

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Historias dos Espiritos Ciganos e as Caracteristicas da Incorporação de cada um.

Falar sobre o desenvolvimento da incorporação, é difícil devido ao caráter pessoal de cada Entidade espiritual, de modo que farei um apanhado do que nestes anos de convivência com as forças astrais, observei serem comuns a quase todos os tipos de entidades que tem permissão para “chegar” até o protegido/médium de forma corporificada.

A pessoa que como missão na terra trazer o convívio destes Mestres astrais, de forma mais próxima para os seres encarnados, são pessoas que tem uma grande responsabilidade por ser médium incorporativo.

O desenvolvimento geralmente é acompanhado de um estudo iniciático, confirmado através de oráculos, e por vezes quando a mediunidade é evidente e trazida pela pessoa desde o berço, é confirmada pela própria entidade que o introduz no meio espiritual. Apesar disto, direi do início do processo de incorporação como se dá geralmente.

A pessoa começa a sentir as irradiações dos ambientes, percebendo que aflora de repente uma sensibilidade maior que as das outras pessoas. Isto pode se dar em qualquer idade, pois independe de fatores como esse, começa o médium a sentir muitas coisas antes que elas aconteçam, as sensações são freqüentes, por vezes até mesmo assustando quem está no transito do processo.

Pessoas que estão com sua mediunidade evidencia
adas sentem a força das energias presentes em qualquer local, boas ou más vibrações são imediatamente sentidas, se a pessoa não sabe o que está acontecendo, pode sentir sintomas como, dores de cabeça, sono, irritação, e ninguém parece entender o que se passa. É o começo da jornada canalizadora de forças astrais.


Quando a pessoa traz para si condições para que o desenvolvimento da incorporação se dê, fica mais suave e fácil, isto pode se dar através dos conhecimentos adquiridos. Como? Lendo, se informando, conversando com pessoas sérias, meditando, buscando entender sem repelir o que está acontecendo.

Quando falo de desenvolvimento específico da Linha de Espíritos Ciganos, lembramos que por ser uma linha pura e que dela muito precisamos aprender, temos que saber que estes espíritos são muito inteligentes e que por estarem num patamar de astralidade mais sublimada, descartarão os que pretenderem fraudar informações, ou que não estão em um rito cigano com o coração aberto. Se afastando e deixando estes médiuns maus intencionados à mercê de espíritos da mais baixa vibração. Até que o médium tenha consciência de seu erro e possa adentrar no trabalho astral com responsabilidade. Os Espíritos Ciganos, assim como outros se baseiam na afinidade, vida etérica do protegido e inteligência, para poder se articular através deste. A capacidade incorporativa não nos torna diferentes de outras pessoas; muito menos especiais.
Quando estivermos em processo de desenvolvimento da incorporação para receber em nossa aura os Mestres Ciganos Astrais, teremos pontos comuns a serem observados no trabalho astral destes espíritos, levando em consideração o Grupo ao qual pertencem, e também pontos comuns a todos os espíritos ciganos.Quanto maior for o abandono e a concentração nesta hora, os sentidos ficarão mais aguçados e o trabalho astral fluirá com mais facilidade.

Pontos comuns a todos os espíritos ciganos são: Sensação de frio e calor ao mesmo tempo na altura do umbigo, sensação de peso na nuca, alegria, sensação de ser outra pessoa, incomodo na garganta/laringe, desequilibro, sensação de flutuação, formigação em todo o corpo, pontas dos dedos sensíveis, olhos pesados, sensação de energia sobre posta, região lombar sensível em toda extensão (coluna).

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Primeiro Grupo que é chefiado por Sulamita, tem características como: Dores na altura dos rins, tórax pesado, enjôo, pernas fracas e sensibilidade exacerbada.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Segundo Grupo que é chefiado por Carmem, tem características como: Vontade de chorar, dor no peito, emoção exacerbada, conflito de sentimentos (tristeza e alegria ao mesmo tempo) e braços fracos.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Terceiro Grupo que é chefiado por Madalena, tem características como: conflito de sensações (sentimentos de raiva e amor ao mesmo tempo), quentura acima da linha do órgão genital, pressão no coração, incomodo na linha do pescoço e topor geral.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Quarto Grupo que é chefiado por Esmeralda, tem características como: formigamento nas mãos, sensação de ser grande, sensação de poder, embaraço na garganta e peso nas costas.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Quinto Grupo que é chefiado por Juan, tem características como: Sentimentos de união e amor, emoção exacerbada, responsabilidade pelos demais, peso nos ombros e riso solto.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Sexto Grupo que é chefiado por Artêmio, tem características como: Pena das pessoas, responsabilidade pelos demais, dor na altura do umbigo, sensação de poder e mãos quentes.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Sétimo Grupo que é chefiado por Wladimir, tem características como: Sensação de poder chefiar, preocupação com as mulheres, corpo dolorido, sensação de ser grande e responsabilidade por todos.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Oitavo Grupo, que é chefiado por Manolo, tem características como: grande círculo energético a volta do corpo, vontade de conversar, sensação de poder, barriga pesada e pernas moles.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Nono Grupo que é chefiado por Sandro, tem características como: Vontade de dançar, enjôo ao cheiro de bebidas alcoólicas, garganta fechada, pena das mulheres e peso nas costas.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Décimo Grupo que é chefiado por Natasha, tem características como: Braços moles, coração apertado, responsabilidade pelas pessoas, cabeça quente e coluna lombar formigando.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Décimo Primeiro Grupo que é chefiado por Yasmim, tem características como: Sonolência, sensação de ser amiga de todos, mãos com formigamento, olhos arranhando, e sensação de poder harmonizar tudo.

Sensações comuns sentidas na incorporação, relativa aos Espíritos do Décimo Segundo Grupo que é chefiado por Ramiro, tem características como: Poder de transformar qualquer coisa ou situação, sensação de ser grande, sensação de poder, incomodo na altura do pescoço e sensação de vidência aguçada.

Estas sensações podem variar dependendo de um espírito para outro, evidenciando mais uma do que outra, e quando incoporados, dependendo do grau de mediunidade que tenha o protegido, a sensação de leveza e alegria é sentida com muita emoção.

Ramona Torres

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Minha Arte

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